POTENCIALIDADES NA AUTORREGENERAÇÃO DOS MAUS HÁBITOS
Estou maduro para identificar minhas imaturidades?
Já cansei dos resultados deficitários?
Meus potenciais podem ser desenvolvidos, ou não, dependendo somente da vontade?
O que aplico da holomemória e das retrovidas nesta ressoma, são somente automimeses?
Descrição
Este curso tem carga horária de 5 horas e possui holopensene do traforismo maduro que instiga assumir a responsabilidade motivadora para realizar a mudança de patamar evolutivo.
O autor compartilha sua vivência autotransformadora como modelo passível de ser copiado por qualquer consciência interessada no aproveitamento máximo desta ressoma.
Objetivos do curso
– Identificar trafares abortadores do completismo e ativar potencialidades na autassistência de superação;
– São apresentados os conceitos para a renovação consciencial à partir das definições entre a educação intrafísica recebida e aplicada, em comparação com a educação conscienciológica aprendida teoricamente no Curso Intermissivo, e as escolhas pessoais para serem aplicados e transformados em experiência pelo esforço individual e os autoenfrentamento (cases);
– As áreas de estudo Conscienciológico abordados no curso estão relacionados à: Projeciologia, Mentalsomática, Consciencioterapia, Holomaturologia, Proexologia, Conscienciometrologia, Despertologia e Paragenética;
– Entre as abordagens diferenciadas deste curso, estão a autocrítica sincera, autodesassediante e traforista necessários ao crescendo: pesquisar, diagnosticar, planejar e realizar os autenfrentamentos, até chegar à superação, servindo este ciclo para estabelecer a autenticidade evolutiva.
Benefícios do curso
– Possibilita diagnosticar os erros;
– Autenfrentar o malestar da reciclagem pripri;
– Desdramatizar o ciclo autoconsciencioterápico;
– Aplicar técnicas existentes e disponíveis pelas IC’s da CCCI.
Pensata
“Se a consciência e imorrivel, o mais inteligente é aderir a evolução eterna com toda motivação. Na evolução eterna todos temos infinita necessidade uns dos outros. Evoluimos em equipes”
(Waldo Vieira; 1932 – 2015
